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Perguntas Frequentes - Projeto de Integração do Rio São Francisco

Publicado: Terça, 12 de Março de 2019, 13h09 | Última atualização em Quarta, 17 de Abril de 2019, 15h45

Não. O leito do Rio São Francisco permanecerá no seu lugar de sempre. O projeto tem como principal ponto a Integração da Bacia do Rio São Francisco às Bacias do Nordeste Setentrional. Estão em construção dois eixos (Norte e Leste), que vão retirar apenas 1,4% da água que o rio despeja no mar. Seria o mesmo que retirar duas colheres de sopa de um litro d¿água. Quando concluído, o projeto vai garantir a segurança hídrica de 12 milhões de pessoas em Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

O Rio São Francisco não está morrendo. No entanto, o manancial foi muito degrado pela ação do homem ao longo dos anos. Para conservar e proteger o rio, desde 2007, o Governo Federal realiza várias ações de revitalização no São Francisco. As atividades englobam a recuperação das matas nas margens do rio, proteção das nascentes, limpeza das águas dos esgotos urbanos, entre outros. Já foram recuperadas 1.235 nascentes do rio pela Companhia de Desenvolvimento do Vale do Rio São Francisco (Codevasf), responsável pela revitalização. O Governo Federal investiu R$ 2,1 bilhões nessas iniciativas.

Sim. A Companhia de Desenvolvimento do Vale do Rio São Francisco (Codevasf) investe quase R$ 400 milhões na implantação de 410 infraestruturas de sistema de abastecimento público de água para as comunidades ribeirinhas do Rio São Francisco. .

Não. O projeto tem como prioridade o abastecimento humano e animal. O objetivo é garantir a segurança hídrica da população de 390 cidades dos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. Além disso, a Lei de Recursos Hídricos (9.433/97) garante que a água chegue até as pessoas que realmente precisem da água. .

O Ministério da Integração Nacional tem trabalhado para reduzir os impactos ambientais com a implantação da obra e atender da melhor forma possível as condições estabelecidas pelos órgãos competentes para a preservação do meio ambiente. Para isso, estão em execução 38 programas socioambientais determinados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). As estratégias incluem ações de preservação da fauna e flora, criação de parques e reservas ecológicas, cadastramento de águas subterrâneas, monitoramento ambiental, arqueologia, entre outros. Os programas também tratam de questões socioambientais, como desenvolvimento das comunidades na região do projeto e atendimento de etnias quilombolas e indígenas.

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